segunda-feira, 12 de junho de 2017
Táxi do Rio Com Acesso Privilegiado Ao BRT Galeão
terça-feira, 6 de junho de 2017
Mãe de CEO do Uber morta em acidente de barco
Mãe de CEO do Uber morta em acidente de barco
Adaptado de:
Reuters | 28 de maio de 2017, 04.00 AM IST
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27 de maio (Reuters) - A mãe do presidente-executivo da Uber, moradora do jornal, morreu em um acidente de barco perto de Fresno, Califórnia, na sexta-feira, informou o Fresno Bee no sábado.
Bonnie Kalanick, de 71 anos, mãe do CEO Travis Kalanick, estava com seu marido, Donald Kalanick, quando seu barco atingiu uma rocha e afundou, informou o jornal de autoridades policiais.
O pai do CEO, Donald Kalanick, estava sendo tratado em um hospital da área pelo que foi descrito como ferimentos moderados.
O escritório do xerife do condado de Fresno disse que houve um acidente de barco mortal no Pine Flat Lake e não identificou as vítimas por nome, mas disseram que eles eram casados no início dos anos 70.
quinta-feira, 1 de junho de 2017
The Financial Times: Uber está condenado
/ CORY DOCTOROW / 9:38 AM SEG
The Financial Times: Uber está condenado
Na Alphaville da FT, Izabella Kaminska toma nota da excelente e profunda série da Ponzi-economia de Uber que Hubert Horan publicou no ano passado sobre o Capitalismo Desnudo e chama alguns destaques suculentos.
"Os custos são custos, mesmo que você seja um monopólio" - então o fato de Uber perder ( muito ) dinheiro em cada viagem não vai magicamente desaparecer se a empresa conseguir matar sua concorrência ao subsidiar os pilotos com seus Dinheiro dos investidores. Uber precisará encontrar uma melhor economia de alguma forma, e agora mesmo, isso parece envolver duas táticas desprezíveis e improváveis:
1. Trilhar os clientes em carros, em vez de passeios solo, cutucando-os com padrões escuros na IU de Uber que compromete irrevogavelmente cavaleiros com carros se eles toquem o botão padrão ausente, em vez de as opções cada vez mais obscuras de passeio solo; Carpools tornam Uber muito mais dinheiro, mas os motoristas e os pilotos odeiam.
2. Ensaiando os legisladores em matar o trânsito público, de modo que, quando Uber mata todos os outros serviços de táxi e, em seguida, transforme seu próprio serviço em um só carro, os pilotos não poderão optar por trocar de volta ao ônibus.
Enquanto isso, Uber continua a espremer seus motoristas por uma parcela maior de cada passeio, enquanto os motoristas recuam , formando sindicatos e depois executando serviços de despacho cooperativo / sem fins lucrativos que enchem o vazio quando Uber tempestades fora da cidade em um obstinado.
Eventualmente, Uber ficará sem dinheiro investidor para gastar. É difícil imaginar como a empresa gerenciará qualquer tipo de "saída" que pagará as avaliações insanas que usou para aumentar todo esse dinheiro para subsidiar nossos passeios baratos - mesmo a mão dos mumble-mumble-something-self-driving-cars - o intervalo não o protegerá de novatos que também podem fazer veículos de frota auto-dirigidos sem o ônus dos investidores que esperam um pagamento gigante para os bilhões que entraram em seus esquemas.
ESTA FOI UMA ADAPTAÇÃO DO TEXTO ORIGINAL PUBLICADO NO ORIGINAL LINK ABAIXO E VISA TRAZER AOS NATIVOS , O ENTENDIMENTO DE QUE , DIFERENTE DO QUE GRANDE PARTE DA MÍDIA NACIONAL EXPÕE, HÁ DIVERSOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO QUE ENTENDEM TODAS AS FACETAS DESTA EMPRESA QUE AQUI AINDA OSTENTA UMA ASSOCIAÇÃO À QUALIDADE E AO ÉTICO. QUANDO NA VERDADE NÃO O SÃO.
terça-feira, 30 de maio de 2017
As lições de #DeleteUber
3 de fevereiro de 2017 5:11 pm
As lições de #DeleteUber
Por Brian Feldman
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Talvez a maior surpresa da ampla campanha #DeleteUber desta semana foi que funcionou .
Para uma empresa notável pela sua vontade de ignorar a pressão externa - seja sob a forma de críticas ou, como, leis reais - Uber passou a maior parte da semana no pé de trás, afastando-se da força de uma campanha de mídia social sustentada incentivando as pessoas a Excluir suas contas Uber.
Ele tirou anúncios no Twitter e Instagram (direcionado a pessoas que gostaram da ACLU), anunciou sua assistência financeira aos motoristas presos no exterior após a ordem executiva súbita e chocante da última sexta feira e, finalmente, ontem, anunciou que o CEO Travis Kalanick Renunciaria a sua posição em um painel de assessoria ao presidente Trump. Kalanick, um objetivista rígido, aceitou as demandas de seus funcionários e clientes.
O número de pilotos que excluíram contas? De acordo com o New York Times , apenas 200 mil dos 40 milhões de pilotos mundiais do negócio.
Então, como isso funcionou? E é replicável? A má notícia para os ativistas é que Uber era excepcionalmente vulnerável a uma campanha como essa.
Mas estar ciente das razões estruturais que Uber era susceptível de pressionar pode ajudar futuros manifestantes a descobrir como conduzir uma cunha entre o presidente Trump e a comunidade empresarial com quem ele está ansioso para se alinhar.
Uber enfrentou pressão interna e externamente. Não eram apenas clientes reclamando sobre o relacionamento de Kalanick com Trump, ou os erros de Uber em torno dos protestos no JFK durante o fim de semana.
Em uma reunião de terça-feira, o Times informou, dois funcionários pediram a Kalanick: "O que seria necessário para você sair do conselho econômico?" Assim como perigosamente para a empresa, seus motoristas - muitos deles imigrantes, muitos dos países visados por Trump's Ordem executiva draconiana - ficaram frustrados. (Kalanick mencionou "o que eu ouvi dos motoristas" em seu e-mail anunciando sua demissão do painel Trump.)
Uber já teve problemas.Exacerbar o problema de pressão interna da Uber foi o seu relacionamento já carregado com seus drivers. Muitos dos que dirigem para Uber fazem com relutância, concordando com o maior jogo de viagem compartilhado na cidade. Mesmo quando Uber diminuiu os salários para os motoristas e resistiu a classificar os motoristas em tempo integral como funcionários, eles ficaram presos.
Os aplicativos "gig-economy" que compõem a geração crescente de superstars do Vale do Silício dependem de exércitos de trabalhadores frequentemente mal pagos que provavelmente já têm queixas contra seus contratados.
Por que eles defenderiam ou ficariam com uma empresa que não lhes daria benefícios e obrigaria alguns a dormir em estacionamentos de 7-Eleven?
Uber existe em um ambiente competitivo forte. Um dos perigos de se recusar a considerar seus motoristas como funcionários é que ele cultiva sua vontade de trabalhar simultaneamente para um competidor. Uber era vulnerável porque esses motoristas irritados podiam alternar perfeitamente para qualquer um de outros aplicativos de troca de viagem. Pior ainda para Uber, então podiam cavaleiros. Lyft, Gett, Juno, Arro, Way2Go e, eu suponho, 400 outros aplicativos estavam prontos para intervir quando os usuários e os motoristas da Uber ficaram fartos.
Construir um negócio como uma "plataforma" com poucos funcionários reais, dependente de software e não de infra-estrutura física - a Uber não possui nenhum dos seus carros - tem muitos benefícios. Mas também tem uma enorme fraqueza: você é tão bom quanto sua rede. Se essa rede estiver ameaçada, por um número significativo de pilotos e drivers deixando para um competidor com um aplicativo quase idêntico, software de mapeamento de rotas e preços, você não tem nada para se recuar - sem ativos, sem investimentos e sem jeito Para voltar.
Uber cobra dinheiro diretamente de seus usuários. Talvez acima de tudo, a Uber é uma start-up relativamente rara que coleta receitas diretamente de seus usuários, e não de anunciantes que buscam adquirir a atenção desses usuários. Qualquer empresa que confie no dinheiro diretamente de usuários - como Uber - dá aos usuários poder para influenciar uma empresa de tecnologia.
Essas vulnerabilidades sobrepostas - combinadas com a urgência e indignação que vem com uma crise política premente - colocam Uber em um ponto particularmente difícil. Para os ativistas, o próximo passo é descobrir se outras empresas podem ser colocadas em um ponto igualmente difícil. Para o inferno vamos...
segunda-feira, 29 de maio de 2017
TOMBAMENTO DO TÁXI DO RJ PREFEITO CRIVELLA - o quê é?
A Redenção A Caminho APP De táxi da Cidade Maravilhosa
sexta-feira, 19 de maio de 2017
PRESIDENTES QUE NÃO CONCLUÍRAM SEUS MANDATOS
PRESIDENTES BRASILEIROS QUE NÃO CONCLUÍRAM
Deodoro da Fonseca (1889-1891)
Em novembro de 1889, o marechal liderou o golpe das Forças Armadas que derrubou dom Pedro 2º. Ele governou provisoriamente até fevereiro de 1891, quando foi eleito indiretamente pelo Congresso, com um mandato até 1894. Devido à crise econômica e política, que teve seu auge com a dissolução do Congresso, o vice Floriano Peixoto teve a ajuda da Marinha para forçar a saída de Deodoro, que renunciou.
Affonso Penna (1906-1909)
Penna foi eleito presidente em 1906, apoiado pela aliança do "café com leite", formada por paulistas e mineiros. Seu governo foi marcado pela valorização do café e por grandes investimentos em estradas de ferro e portos. Em 1908, teve a saúde abalada ao perder o apoio político e o segundo de seus nove filhos. Ele morreu de pneumonia em 1909, antes de concluir o mandato.
Rodrigues Alves (1902-1906)
Em seu primeiro mandato, Alves deu continuidade à valorização do café no país e deu impulso à infraestrutura com a construção de estradas de ferro e portos. Para tentar combater a varíola, promoveu uma campanha de vacinação obrigatória que gerou revolta junto à população. Ele foi eleito presidente pela segunda vez em 1918, mas não assumiu porque contraiu a gripe espanhola e faleceu em 1919.
Washington Luís (1926-1930)
Ele rompeu o acordo de alternância de poder entre paulistas e mineiros ao indicar o paulista Júlio Prestes, que derrotou o candidato Getúlio Vargas em 1930, da Aliança Liberal, formada por Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraíba. Insatisfeitos com o resultado, os membros da Aliança derrubaram Washington Luís um mês antes de ele passar o cargo para Prestes, que nunca assumiu.
Getúlio Vargas (1930-1945 e 1951-1954)
Após chegar ao poder, em 1930, Vargas foi eleito indiretamente para a Presidência. O governo populista conquistou os brasileiros, mas atraiu o ódio de grupos que questionavam sua conduta ditatorial. Vargas foi deposto pelos militares em 1945. Retornou em 1950, quando se tornou presidente ao vencer uma eleição direta. Pressionado por uma enorme crise política, suicidou-se em agosto de 1954.
Café Filho (1954-1955)
Após a morte de Vargas, o vice Café Filho assumiu a Presidência. Em 1955, Juscelino Kubitschek venceu as eleições. Faltando 50 dias para JK assumir, Café Filho se afastou por motivos de saúde, mas acabou sendo impedido de retomar o poder, acusado de conspiração. Carlos Luz, então presidente da Câmara, assumiu interinamente, mas foi afastado depois de três dias. No lugar dele assumiu Nereu Ramos.
Jânio Quadros (1961)
Jânio venceu as eleições de 1960 com votação recorde e a promessa de "varrer a corrupção", mas permaneceu de janeiro a agosto de 1961 no cargo. Ele reatou as relações diplomáticas com a União Soviética, desagradando militares e os Estados Unidos. Sem apoio do Congresso, renunciou alegando pressão de "forças ocultas" – uma possível referência aos representantes das Forças Armadas.
João Goulart (1961-1964)
Vice de Jânio Quadros, Jango estava na China quando o presidente renunciou. Ele foi empossado após o Congresso aprovar emenda que instaurou o parlamentarismo. Num plebiscito em 1963, os brasileiros votaram pela volta do presidencialismo, mas Jango continuou sem apoio parlamentar. Devido a temores dos militares quanto a reformas e um regime comunista, Jango foi deposto em 1964 pelas Forças Armadas.
Arthur da Costa e Silva (1967-1969)
Ele tomou posse em março de 1967, como segundo presidente do regime militar, e seu governo foi marcado por uma forte agitação política, com a ação de grupos de luta armada e de movimentos civis em prol da redemocratização. Em resposta, o regime militar fechou o Congresso e instaurou o AI-5, que dava ao presidente poderes extraordinários. Em 1969, sofreu trombose cerebral e foi afastado.
Tancredo Neves (1985)
Tancredo disputou a última eleição indireta no país contra Paulo Maluf, logo após a abertura política promovida pelo ex-presidente João Baptista Figueiredo. Em 14 de março de 1985, na véspera da posse, foi internado em estado grave e seu vice, José Sarney, assumiu interinamente a Presidência. Tancredo faleceu em 21 de abril, sem tomar posse como primeiro presidente civil após o regime militar.
Fernando Collor (1990-1992)
Collor foi o primeiro presidente a ser eleito pelo voto popular em quase 30 anos. Em meio a diversas denúncias de corrupção e uma crise econômica, milhares de pessoas saíram às ruas para pedir seu afastamento. Enquanto o processo de impeachment corria no Congresso, Collor renunciou, em 1992. Mesmo assim, o Senado cassou seus direitos políticos por oito anos.
Dilma Rousseff (2011-2016)
Já no início do segundo mandato de Dilma, a população saiu às ruas para manifestar insatisfação com o governo. A presidente passou a enfrentar não apenas pressão popular, mas também no meio político. Após um processo de impeachment que durou nove meses, a petista foi condenada por crime de responsabilidade e afastada do cargo. Seus direitos políticos, no entanto, foram mantidos.

